sábado, março 12, 2016
Eleiçoes 2016 no Rio de Janeiro 3° Parte
Para lembrar e atualizar, a resolução do comitê estadual, em sua ultima reunião, 27 de fevereiro de 2016, decidiu seu projeto eleitora de 2016 para o Estado e capital.
No caso da capital a resolução foi:
Plano A: candidatura própria
Plano B: coligação que favoreça nosso projeto eleitoral
Plano B: coligação que favoreça nosso projeto eleitoral
Isto é uma síntese.
A Comissão Politica do PCdoB na capital aprovou uma nota comunicando que continua no governo Paes, mas não decidiu que continuará aliado ao PMDB em 2016. Isto ainda é objeto de debate e avaliação.
O quadro se fragmentou mais ainda. Agora são: 1) PP*, 2) Crivella, 3) Clarissa, 4) Índio da Costa, 5) Freixo, 6) Molon e 7) Osório e 8) Romário
quinta-feira, março 03, 2016
ELEIÇÕES 2016 no Rio 2° PARTE
Na falta de
Jandira Feghali o PCdoB carioca tem outras opções de nome.
Já na
conferência municipal da capital, que repercutiu na conferência estadual, em
2015, estava posto o debate sobre qual caminho o PCdoB deve seguir nas eleições
de 2016.
Inequivocamente
o espírito das conferências apontou para chapa própria. Sem a menor sombra de
duvidas o melhor nome é o de Jandira, legitimo pela sua expressão interna e
externa.
Na falta de
Jandira, o que fazer?
Também nas
conferências alternativas foram apresentadas, são elas: Deputada Enfermeira
Rejane, ex-deputado Edimilson Valentim, Presidente Estadual do PCdoB João
Batista, Professor da rede pública estadual JC Madureira e a liderança
comunitária Xaolin da Rocinha.
Só o fato
de surgirem outros nomes deixa muito claro a disposição dos filiados e militantes do
partido para o pleito de 2016.
Continua....
domingo, fevereiro 28, 2016
Eleições 2016 no Rio
A resolução do comitê estadual, em sua ultima reunião, 27 de fevereiro de 2016, decidiu seu projeto eleitora de 2016 para o Estado e capital.
No caso da capital a resolução foi:
Plano A: candidatura própria
Plano B: coligação que favoreça nosso projeto eleitoral
Plano B: coligação que favoreça nosso projeto eleitoral
Isto é uma síntese.
O PCdoB da capital continua no governo Paes, mas não decidiu que continuara aliado ao PMDB em 2016. Isto ainda é objeto de debate e avaliação.
O quadro se fragmentou. Agora são: 1) PP*, 2)Crivella, 3) Clarissa, 4)Indio da Costa, 5) Freixo, 6) Molon e 7) Osorio Souza
* Pedro Paulo será o candidato?
terça-feira, fevereiro 02, 2016
Animadora resolução da CPN do PCdoB
Fiquei muito feliz com a resolução da CPN do PCdob. A resolução é perfeita na analise da conjuntura e na perspectiva que se apresenta. Reproduzo a parte final da resolução. Quem se interessar pode ler na integra acesse: http://www.vermelho.org.br/noticia/275764-1
Eleições municipais exigirão dedicação máxima do PCdoB
Finalmente, se agiganta, neste contexto, a relevância das eleições municipais de outubro, que irão refletir, sobretudo nos centros urbanos, a disputa política e ideológica derivada da crise. As eleições precisam ser encaradas como grande desafio para a afirmação do papel e identidade própria do PCdoB, ampliar e fortalecer a ocupação de seu lugar político, disputar ativamente novas filiações e a renovação na representação política da esquerda brasileira. O eixo geral das alianças se dará na base de sustentação do governo – e com grande flexibilidade para priorizar de fato resultados próprios – sempre sujeitas ao referendo dos Comitês Estaduais e, nos municípios prioritários do projeto nacional, à supervisão do Comitê Central.
O conjunto do Partido, e sobretudo suas direções, todos são chamados a tomar nas mãos as tarefas para que a legenda comunista conquiste suas metas e saia fortalecida desse grande embate.
Para isso, é necessário viabilizar candidaturas majoritárias no maior número possível de municípios e compor chapas próprias às Câmaras Municipais, sobretudo nas capitais e maiores cidades – o que exige esforço concentrado para filiar lideranças. O fortalecimento e ampliação das bases militantes do Partido, a elaboração das ideias e propostas dos (as) nossos (as) candidatos (as) para o desenvolvimento harmônico das cidades e a melhoria da qualidade de vida do povo são questões relevantes. Ganham especial importância o planejamento e as ações para financiar as campanhas eleitorais que, ante a vitória obtida com a proibição do financiamento empresarial, exigirão ainda mais o apoio do coletivo militante, dos nossos eleitores e apoiadores.
Brasília, 1º de fevereiro de 2016
A Comissão Política Nacional do Partido Comunista do Brasil – PCdoB
Eleições municipais exigirão dedicação máxima do PCdoB
Finalmente, se agiganta, neste contexto, a relevância das eleições municipais de outubro, que irão refletir, sobretudo nos centros urbanos, a disputa política e ideológica derivada da crise. As eleições precisam ser encaradas como grande desafio para a afirmação do papel e identidade própria do PCdoB, ampliar e fortalecer a ocupação de seu lugar político, disputar ativamente novas filiações e a renovação na representação política da esquerda brasileira. O eixo geral das alianças se dará na base de sustentação do governo – e com grande flexibilidade para priorizar de fato resultados próprios – sempre sujeitas ao referendo dos Comitês Estaduais e, nos municípios prioritários do projeto nacional, à supervisão do Comitê Central.
O conjunto do Partido, e sobretudo suas direções, todos são chamados a tomar nas mãos as tarefas para que a legenda comunista conquiste suas metas e saia fortalecida desse grande embate.
Para isso, é necessário viabilizar candidaturas majoritárias no maior número possível de municípios e compor chapas próprias às Câmaras Municipais, sobretudo nas capitais e maiores cidades – o que exige esforço concentrado para filiar lideranças. O fortalecimento e ampliação das bases militantes do Partido, a elaboração das ideias e propostas dos (as) nossos (as) candidatos (as) para o desenvolvimento harmônico das cidades e a melhoria da qualidade de vida do povo são questões relevantes. Ganham especial importância o planejamento e as ações para financiar as campanhas eleitorais que, ante a vitória obtida com a proibição do financiamento empresarial, exigirão ainda mais o apoio do coletivo militante, dos nossos eleitores e apoiadores.
Brasília, 1º de fevereiro de 2016
A Comissão Política Nacional do Partido Comunista do Brasil – PCdoB
quinta-feira, janeiro 21, 2016
O PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER VER
Começa 2016 e entra na agenda política
as eleições para prefeito e vereador. A crise econômica não sai da agenda e a
crise política continua emitindo sinais de fumaça, a guerra vai continuar.
A crise econômica atual pode ser
comparada a de 30 e pode ser mais grave, segundo alguns analíticas econômicos, com
isso a possibilidade de aumentar a pressão social é real. Aumento da passagem
dos transportes de massa é só a ponta do iceberg. Um milhão de trabalhadores
perderam seus postos de trabalho. A redução do PIB, desemprego e aumento de salários
apenas repondo a inflação. Se não fosse suficiente as Empresas da Lava Jato
devem cerca de 1 trilhão, o que aponta para uma possível crise bancária. Para
enfrentar a crise a direita tem pauta: reforma da previdência, desvinculação
dos gastos constitucionais da área social e afastar Dilma da presidência da
República.
A pergunta, já conhecida de todos,
é “o que fazer?”.
A direita já tem resposta. E o
campo progressista, qual a resposta? A esquerda chegou ao poder, pela eleição
de Lula (2 mandatos) e Dilma (2 mandatos) para construir um ciclo de
desenvolvimento nacional progressista, ou seja, fortalecimento da soberania
nacional, interação econômica, política e cultural com os países da América Latina,
investir no mercado interno e promover uma larga inclusão social, isto tudo nos
marcos do sistema capitalista. Ocorre que a máxima – política é correlação de
forças - sempre é usada para justificar
as concessões que nosso campo faz aos neoliberais e aos nossos aliados “produtivistas”,
mas quando o calo aperta, a pressão das ruas é imediatamente acionada para
barrar as diversas tentativas de golpes institucionais.
De olho na recessão o BC mantém a
taxa de juros, não aumenta e não baixa. É esse o rumo? Hoje nosso campo precisa
dar duas respostas, uma conjuntural para crise econômica, outra política
eleitoral para correlação de forças. As duas se articulam em 2016 e para 2018. Quem serão nossos aliados? Só não vê quem não
quer?
quarta-feira, dezembro 30, 2015
quarta-feira, dezembro 23, 2015
domingo, dezembro 20, 2015
sábado, dezembro 19, 2015
sexta-feira, novembro 27, 2015
segunda-feira, novembro 16, 2015
sexta-feira, novembro 13, 2015
quarta-feira, novembro 04, 2015
terça-feira, novembro 03, 2015
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